:: NComputing lança software que conecta 100 usuários em um único PC

Lançamento da nova versão do VSpace aumenta a produtividade das organizações e atende as soluções de virtualização existentes no mercado com suporte por meio do sistema operacional.

A NComputing, líder mundial em virtualização, lança no Brasil o vSpace L-6.5.1.10, uma nova versão do software que otimiza as implementações de desktops virtuais ao permitir acesso simultâneo ao Windows e Linux para 100 usuários usando um único PC e, ainda, com suporte por meio do próprio sistema operacional. De acordo com Edson Bucci, country manager da empresa no Brasil, isso é possível porque com a nova tecnologia os usuários ficam conectados a um host físico ou virtual, VDI1:n, em que cada um deles acessa um desktop virtual distinto, pois o Vspace muda a estrutura típica de um desktop virtual, ampliando a capacidade de usuários sem interferência no desempenho e processamento. Dentro desse mercado, a NComputing visa atender às necessidades de aumento de produtividade das corporações com uma solução que consome 92% menos de energia elétrica. Para comercialização do produto, Edson Bucci destaca que a nova versão amplia as possibilidades de negócios, pois permite o aproveitamento dos benefícios da alta tecnologia de virtualização com um investimento ainda menor em infraestrutura.
Os mercados alvo da solução são educação, serviços como call centers, comércio e indústrias em geral, além de ambientes em que há necessidade de produtividade com grande número de usuários. O executivo destaca que o vSpace L-6.5.1.10 complementa as soluções de virtualização existentes no mercado como VMWare e Hypervisor e é a maior evolução tecnológica deste grupo. “Em relação à versão anterior do vSpace, demos um grande salto, pois aumentamos em cerca de três vezes o número de usuários por sistema operacional. Antes para atender 100 usuários era preciso mais de três computadores, pois cada instalação do vSpace permitia a conexão de 30 pessoas. Agora, em único PC é possível conectar até 100 usuários com a mesma sensação e aparência que um usuário teria se tivesse trabalhando em um PC individual”. A nova versão também conta com um firmware (versão 1.5.0), mais eficiente no tratamento de áudio e com a nova enumeração de disco USB para os usuários de terminais.
O engenheiro responsável pela solução no Brasil, Carlos Henrique Tibo Narciso, acrescenta ainda que os cenários VDI podem ser implementados utilizando o vSpace junto com uma camada de virtualização de servidores, VMWare View e XenDesktop, por exemplo. “Comumente, chamamos esta técnica de VDI 1:1 ou VDI 1:N (1 para vários)”, diz. O novo vSpace atende a linha L da NComputing em sistemas operacionais Microsoft Windows Server® 2008 R2 SP1, Windows MultiPoint Server® 2011 (WMS), e VDI 1:1 com Windows 7 SP1 (32  e 64bits) e oferece aos usuários mais tecnologia para rodar aplicações multimídia em sistemas virtualizados.

Sobre a Ncomputing
A NComputing Inc. é uma das empresas de virtualização de desktop que mais crescem no mundo, com milhões de usuários em 140 países. Sua tecnologia patenteada, vencedora de vários prêmios, é capaz de baixar custos, aprimorar o gerenciamento e reduzir tanto  o consumo de energia quanto o desperdício ambiental. É uma solução perfeita para otimizar  o potencial e a capacidade dos PCs e da computação em nuvem.

Para saber mais, acesse http://www.r2.inf.br/#!ncomputing

:: O que te impede de adotar desktop virtual?”

Recentemente li uma reportagem da Information Week com o título acima, que pode ser lida na sua íntegra aqui:


Em resumo, um desktop virtual é um Sistema operacional só seu, rodando numa máquina virtual. O Administrador pode te dar mais espaço em disco, mudar seu processador ou aumentar seu espaço em disco com alguns cliques de mouse. Claro que tudo está limitado pelo servidor. Desta forma cada usuário conectado a um servidor pode ter uma máquina completamente diferente de outro usuário que está conectado a um mesmo servidor. Assim, que precisa de mais processamento o terá, em contra-partida, que usa o computador apenas para entrada de dados, terá este processamento reduzido. Desta forma, o processador físico do servidor será repartido de acordo com a demanda individual.

Num sistema de thin clients tradicional, cada usuário carrega uma instância do SO do servidor. Esta instância é exatamente igual a dos outros usuários que estão conectados ao mesmo servidor que ele. Não há tanta flexibilidade quanto no uso de desktop virtual. Para se aumentar o espaço em disco é necessário implementar cotas, para aumentar o processamento não dá (somente alterando as prioridades dos processos e não dos usuários). Todos os usuários têm, basicamente, a mesma configuração de máquina.

Há uma linha tênue que separa a tecnologia do desktop virtual e a do uso dos thin clients. Estes dois universos podem sim trabalhar em conjunto, usando thin clients para acessar o seu desktop virtual, desde que estes suportem o protocolo do fabricante de desktop virtual.

Agora, voltando à reportagem, “O que te impede de adotar desktop virtual?”

Na minha opinião é o “Fator Cagaço” (Conheça mais neste podcast: http://podcast.lucianopires.com.br/2010/05/21/reflexoes-sobre-o-cagaco/)

O pensamento da maioria é: “Afinal de contas, se tudo já funciona com PC pra que eu vou mudar tudo? Hoje eu detenho todas as respostas para os questionamentos dos meus usuários. Se eu colocar alguma dessas soluções vou saber responder? Vou me tornar dispensável?”. Lembrando que as duas soluções apresentadas reduzem a necessidade de suporte no desktop mas, em contra partida, aumentam a necessidade de manutenção preventiva no seridor.

Eu já trabalho há quase 10 anos com estas soluções. E, ainda hoje, esbarro com usuários que acham vão ser beta-testers....

Abraços!

:: Reaproveitamento de equipamentos descartados vai ser obrigatório para empresas

Que tal GERAR menos lixo eletrônico simplesmente REDUZINDO seu consumo?
VIRTUALIZE seu desktop e CONTRIBUA para a redução da geração de lixo eletrônico!

Assista ao video:
http://g1.globo.com/videos/globo-news/jornal-das-dez/v/reaproveitamento-de-equipamentos-descartados-vai-ser-obrigatorio-para-empresas/1551549/

Conheça algumas soluções: www.r2.inf.br

Abraços,
Thael

:: Manutenção de legado consome 70% dos orçamentos de TI

:: Fernanda Ângelo* :: Convergência Digital :: 08/06/2011

“As aplicações e a infraestrutura ultrapassadas, ameaças desconhecidas e imenso volume de informações geradas impedem o avanço da Tecnologia da Informação nas corporações.” A afirmação foi feita por Ann Livermore, vice-presidente executiva da HP Enterprise Business, durante a conferência HP Discover, que acontece esta semana, em Las Vegas (EUA).

Como resultado, diz a executiva, 30% dos orçamentos de TI são dedicados a novas iniciativas e inovação de TI, enquanto 70% são gastos com a manutenção de estrutura de TI existente. Ann Livermore também falou do conceito de Empresa Instantânea (Instant-On Enterprise) - em que os resultados são esperados em tempo real e nas quais a TI precisa entregar flexibilidade, automação, segurança, visibilidade para a tomada de decisões e velocidade.

“As empresas precisam ser ágeis porque o mundo é ágil”, disse a executiva. “Avanços tecnológicos, evolução dos modelos de negócios e mudanças nas forças de trabalho estão conduzindo o cenário das empresas”, afirmou, explicando como os produtos de infraestrutura tecnológica convergente, apresentados nesta segunda-feira (06/06) podem dar agilidade às companhias.

* Fernanda Ângelo viajou a Las Vegas a convite da HP Brasil
http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=26560&sid=16

:: Migrando do IPv4 para o IPv6